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VIDAS QUE SE CHAMAM ASAS

Fruto de um ano de trabalho, cujo resultado final foi a publicação de um livro com 14 textos, ora contos ora poemas, todos acompanhados por uma ilustração alusiva a cada texto, da autoria das crianças albergadas pelo Centro de Acolhimento ASAS, Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) sedeada em Santo Tirso. Este projecto editorial teve como objectivo primordial a divulgação do trabalho executado por esta nobre e jovem instituição de 14 anos de idade.


Na componente textual deste livro, aprecia-se com encanto a originalidade e autenticidade que emanam em cada história escrita por figuras proeminentes de diversos quadrantes: do desporto, da literatura infantil, música, pintura, artesanato, indústria e instituições. Com uma tiragem de 2000 exemplares, cada um com uma capa única e irrepetível é por si só inovador no ramo editorial, que tendo dado ainda mais consistência à materialização deste projecto, cuja ideia se encontrava latente na gaveta há uns anos, primou pela originalidade e acima de tudo pelo cariz solidário-social, uma vez que os lucros das vendas reverterão a favor da ASAS. Esta ideia definitivamente tomou forma numa recente conversa de café entre uma das assistentes sociais da ASAS com um dos seus voluntários, que por sua vez estabeleceu contacto com a Norprint que imediatamente deu o seu aval, tendo avançado com as “démarches” necessárias com escritores como o Manuel António Pina, a Ana Luísa Amaral, a Rosário Alçada Araújo e o David Monteiro de Azevedo; de desportistas, como o Vítor Baía, o Neno, o Festa e o Carlos Resende; e ainda de outras personalidades como o artesão Delfim, o Padre Daniel, o pintor Avelino Leite, a Rosa Maria Rêlha, da Norprint, e o Francisco Pinheiro e a Maria do Céu, de IPSS, et voilá!



artigos | by Dr. Radut