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Testemunhos

Há mais de 500 anos que a impressão ocupa um lugar único na história da comunicação e atravessará, com o nome que lhe quiserem dar – Sociedade da Informação, Revolução das Telecomunicações, Século do Conhecimento, Era Digital, do Ciberespaço ou da Internet – este novo paradigma comunicacional.

Nesta era da informação digital, consubstanciada por suportes como este, muitas vozes discutiram já a viabilidade do Livro e da palavra impressa, que é muitas vezes tida como ameaçada. A discussão, no entanto, esmoreceu e os livros aí continuam. Todos os dias continuamos a produzir e para os mais diversos destinos...
O sucesso da Norprint depende, em última análise, do Livro e a prova disso são os testemunhos, como os que aqui reproduzimos, que escritores e personalidades dirigem à empresa.
 

João Rui de Sousa

Isto é realmente a casa dos livros. Os escritores primeiro escrevem, depois alguém faz o livro. A importância da Norprint é enorme. Nem a casa dos livros viveria se ninguém escrevesse, nem os escritores viveriam, não tinham visibilidade nenhuma, se não fossem impressos, se não fossem editados.
Muito satisfeito por esta presença nas “Correntes d’Escritas”, felicito-me por estar presente em convívio de afectos nesta magnífica casa dos livros, a Norprint.

 

 

Lídia Jorge

“A importância da indústria gráfica... meu Deus, ela é definitiva!
Pode matar um livro ou pode, de facto, salvá-lo. A substância damo-la nós, mas toda a parte da visibilidade, de torná-la legível, de torná-la capaz de aceder ao leitor parte destes lugares onde as pessoas fazem a sua parte física. Nós sentimo-nos agradecidos quando o livro acaba por ter uma boa apresentação, acaba por ser legível, acaba por ter um bom papel, acaba por ter uma boa impressão... Sentimo-nos agradecidos e muitas vezes não sabemos dizer a quem, portanto agradecemos geralmente ao editor, mas sabemos que atrás está este tipo de empresa.
Que a Norprint cuide do forno.
Nós cuidaremos da massa.
O melhor para esta Empresa que se tornou Equipa. Ver-nos-emos, sempre, nas páginas dos livros”.

 

Manuel Rui

Não só na indústria da literatura, esta indústria gráfica tem importância no mundo, em toda a sua complexidade, na transformação das ideias. Quem sabe se o próximo Prémio Nobel da Química ou da Física não vai ser uma criança que vai utilizar um dos dicionários que estão aqui impressos?
Mas isto para mim não se restringe à literatura, amplia-se a todos os domínios do saber humano, da sensibilidade, da fé e da ambição pela paz.
Com admiração, afecto e confiança.

 

 

 

Mário Delgado Aparain

Una de las cosas que me ha asombrado, en una época donde se dice que el libro va a morir, substituido por la comunicación cibernética, es comprobar que hay verdadera arte incorporada al trabajo de la impression gráfica, es fantástico. Yo creo que es muy saludable que los poetas y los escritores sientan en su corazón y comprueben que detrás tienen un respaldo de miles de trabajadores y de una tecnología expresamente dedicada a la perfección de ese hijo tan querido que es el libro.
De todo corazón, a los trabajadores de Norprint, por esa comunicación entre la creación y el trabajo de los brazos,
Com amor,

 

 

Rui Zink

A importância da indústria gráfica é absoluta. No cinema, no final, há o registo dos créditos, em que se referenciam os nomes de todas as pessoas que trabalharam no filme. Nós sabemos do Steven Spielberg mas depois temos muita, muita gente que trabalhou no cinema.
É pena que no livro, por questões de espaço, não possa haver esses créditos. O livro é sempre assinado pelo autor que é, por questões de marketing e de imagem, quem dá a cara e vê o nome em grande; pelo editor, que é o responsável geral pela produção daquele livro; e é também assinado pela empresa que o fabrica.
O livro é um objecto maravilhoso, que dura, através do tempo, através do espaço, e continua  a ser a melhor forma de comunicar ideias. Nesse sentido, acho que é fundamental este trabalho e estou muito admirado com a Norprint.
Aliás, a falar nas vossas costas, com uma pessoa que colabora convosco, porque a verdade sabe-se quando os implicados não estão a ouvir, ele fez um elogio rasgadíssimo à excelência da Norprint.
Parabéns – muitos! – à excelência da Norprint.
Obrigado, amigo.

 

Vergílio Alberto Vieira

Já trazia uma certa expectativa, porque há 30 anos levaram-me pela primeira vez a uma casa onde se fazem livros. Registo esse tempo com muita emoção, e saio daqui muito satisfeito porque não houve ninguém que não fosse hoje aqui lembrado.
O labor das rotativas, lembrou-me, hoje, e aqui, o bater do coração.

 

 



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